VANGUARDA 54 - Pag. 3

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Notícias do VI Congresso
Continuação da página 2

   Descreveu o Sistema como organismo onde cada órgão tem uma função específica para o qual foi criado. Todos obedecem a uma hierarquia que gera a ordem e a paz. O desrespeito a essa hierarquia, a briga pelo poder e por prestígio, gerou a queda, onde as células rebeldes originaram o "câncer" no organismo. foto24.jpg

   Toda a energia circulava como uma corrente que, quando retida em algum ponto do organismo, gerou a doença, necessitando de auto-regeneração. Tudo estava previsto na Lei. Depois fez analogias com a parábola do Filho Pródigo, classificando de egocentrista-egoísta o filho que pede sua parte ao pai e de egocentrista-altruísta, o filho que fica ao lado do pai. Comparou os desvarios do filho caído com os desperdícios das energias que nos são fornecidas pelo Criador e as privações que esse filho sofre como fome, solidão, sentimento de orfandade, escuridão, desorientação, com os sentimentos que temos hoje, afastados do Pai como estamos, e do Cristo ter se denominado como o "Pão da Vida".

   Foi muito bonito! Julinho, então, descreveu idéias do retorno do filho pródigo narrando leis como a teoria da relatividade de Einstein ou de clonagem, presentes na Grande Síntese, nos limites para a queda com a lei do Atrito, etc. Comparou a revolta com a queda e a humildade como auto-reflexão crítica e o caminho de volta. O resultado do processo é o re-aprendizado (Platão: "Aprender é recordar"), o sofrimento e o arrependimento. Lei do regresso: Tudo o que se afasta, tem de voltar. Descreveu a festa da volta do filho ao pai, colocando-o como o "doador universal" incentivando-nos a procurar a felicidade no Sistema e não no Anti-Sistema, como é do nosso costume. Explicou a reação do filho que ficou (ciúme) como uma queda menor, proporcional à sua revolta, comprovando assim os vários níveis da queda descrita por Ubaldi. Terminou citando as saudades que sentimos do pai e dos amigos maiores como Pietro Ubaldi, arrancando lágrimas de quase todos os presentes. Em seguida ao gostoso e já costumeiro coffee-break ouvimos a interessante

   (Continua na página 4)    ®

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