VANGUARDA 47 - Pag. 3

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Falecimentos
   Vanguarda vale-se desta edição   para    homenagear três  companheiros recente- mente desencarnados, entu- siastas  e   divulgadores  da Obra de Pietro Ubaldi:

* Sérgio Giulietto *

   Sempre um bom amigo, deixou marca indelével nos corações daqueles com quem convi-veu. Foi amigo pessoal do Professor Pietro Ubaldi, tendo granjeado respeito e admiração por sua inteligência, dedicação e leal-dade.    Tornou-se amigo da família, tendo sido com Líbera, sua esposa, padrinhos de casamento de Maria Adelaide, neta de Ubaldi.    Em Brasília, nos Encontros que se realizam todos os anos em março, comemorando a Entrega da Obra em 1966, Giulietto proferiu palestras e cursos sobre a Obra, inclusive na Universidade de Brasília.    Em Guarulhos, onde morava, orientava diversos grupos de pessoas para estudo da Obra, trans- mitindo seus conhecimentos com amor e simplicidade. O livro “A Grande Síntese” era o seu livro de cabeceira, o qual lia continuamente.

* José Olindo de Ambrósio *

   Registramos também o desencarne em Janeiro, aos 94 anos, desse com- panheiro de ideal. Bom homem em tudo, foi um grande estudioso dos Evangelhos, onde sempre procurou encontrar para- lelos para explicar os conceitos da Obra do Professor Pietro Ubaldi. Apreciava muito “História de Um Homem”. Tornou-se leitor desde a primeira visita de Ubaldi ao Brasil, em 1951, comparecendo às suas conferências e divul- gando a Obra com entu- siasmo.

* José Bonifácio Alexandre *

   Estudioso da Obra do Professor Pietro Ubaldi, dedicou-se a Ela de corpo e alma, tendo sido o braço forte, juntamente com Kleber de Campos e Manuel Emygdio da Silva, na realização dos Encontros em Brasília.
   Quando missionário na Igreja Batista, foi um bom pastor que soube conduzir ao aprisco do Senhor, as ovelhas que pertenciam ao seu rebanho. Sem abandonar a Obra, aderiu à Ordem Rosa Cruz e, rapidamente, ascendeu a planos mais altos. Por onde passou, deixou um rastro de luz.


Banco de Informações sobre a Obra
  A fim de atender aos que buscam informações sobre a Obra e seu autor, ligue: *Campos dos Goytacazes, RJ - Amaral - Tel: (0xx24) 722-2266 e (0xx24) 722-8504.
*São Paulo, SP - Cláudio - Tel: (0xx11) 287-4475. *Sorocaba, SP - Ferdinando -TeleFax: (0xx15) 221-1122.
*Brasília, DF - Ariston/Isabel - Tel: (0xx61) 327-2290 e Fax: (0xx61) 327-2202.
*Rio de Janeiro, RJ - Jorge/Júlio - Tel: (0xx21) 284-9544 e (0xx21) 538-9051.
*Goiânia, GO - Pedro Orlando Ribeiro- Tel: (0xx62) 259-1586.
Vanguarda

   Comemoramos com este número, o 20º ano de existência de Vanguarda.
   Somente hoje desco- brimos que o primeiro número surgiu no 2º semestre de 1980, graças a iniciativa de outros três entusiastas, Claudio Picazio, Marco Antonio Donatelli e Daniel Marcos Bonotto, tendo este último, voltado a colaborar com Vanguarda através de seus artigos bem elaborados.


Frases de “A Lei de Deus”

    Que o homem civilizado não agrida nunca o seu próximo e, que o ser evoluído nunca entre em polêmica, pois, o que entra em polêmica para impor, à força, suas idéias aos outros, ainda não é evoluído. O método usado revela a sua própria natureza e o nível de vida a que pertence.

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   Se quisermos fugir à dor e conquistar a felicidade, qualquer que seja a nossa filosofia ou religião, temos que compreender que Existem Leis, Existem Leis, Existem Leis; se costumamos violando-as como temos feito, teremos tanto sofrimento, que acabaremos por com- preender que Leis Existem e, se não quisermos sofrer, não há outro caminho a não ser o de nos ajustarmos a Elas.

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   Sem bondade não se pode dizer a verdade.

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   O mundo está cheio de necessidades porque está cheio de cobiça. A causa da necessidade é a cobiça. Quem semeia insaciabi- lidade, tem de colher fome; quem furta, tirando dos outros o que não ganhou honestamente com o seu trabalho, terá de viver na miséria, até que aprenda, à sua custa, a lição da honestidade. Para recons- tituir o equilíbrio da Lei, surge a privação corres- pondente ao nosso abuso. Paga-se caro esse abuso, mas o mundo parece ignorar uma lei tão simples. Somos livres, mas respon- sáveis. E o seremos tanto mais, quanto mais possu- irmos em riqueza e poderes, pelo bom ou mau uso que deles fizermos. Teremos sempre de prestar contas à Lei. A mesma Lei poderá tirar-nos tudo, deixando-nos na penúria se, pelo mau uso de poder e fortuna, o houvermos merecido. O próprio Sermão da Mon- tanha, de Cristo, se baseia nesse princípio. Mas quem o toma a sério? É por isso que vemos tanta pobreza, mas foi o homem que a criou com sua deso- bediência à Lei.

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   O mundo é ainda tão ingênuo que acredita que basta apossar-se de uma coisa, de qualquer maneira, para que tenha o direito de possuí-la. E não sabe que tudo o que possuírmos sem justiça – por o não ter ganho com merecimento, e por não ter querido fazer dele bom uso – tudo isso é gasto, consumido, corroído interiormente por esta falta de justiça que mais cedo ou mais tarde não pode de deixar de conduzir ao fracasso.

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