tarde o pagará com "sua" morte. Forças cósmicas do bem, acorrei contra as forças do mal que agora estão envolvendo este pobre cego, a fim de ligá-lo a nova dor, para incorporá-la a seu destino; assim, não será ele perseguido incansavelmen- te até que a reação do delito se esgote com sua
|
 |
|
morte violenta. Senhor, aqui está minha vida, para que o bem, e não o mal, triunfe". Daí, como supremo e concludente gesto, fez o sinal da cruz, isto é, o sinal da dor, o sinal do amor e das maiores forças colocadas nas raízes mesmas da vida, o sinal do Senhor, símbolo e síntese da gênese e da criação, principalmente em relação ao espírito. Depois, pensou: "vem, ó morte, querida irmã, aceito-te alegremente das mãos de Deus, pois assim me livras deste inferno”. |
Não tendo ouvido mais nada abriu os olhos. Seu olhar cruzou o do oficial que o fitava: o olhar metálico e o olhar ardente se defrontaram.(...);
Defrontavam-se os modelos de duas civilizações diferentes. O oficial era o produto de pseudo-civilização científico-mecânica, chegada às suas últimas consequências, civilização rica, armada, astuciosa e potente, e, no entanto, pronta a desabar. Do outro lado estava o representante de nova civilização, no momento apenas embrionária, a única possível civilização verdadeira: um indivíduo desacompanhado, pobre, desarmado, sincero, justo. O oficial não podia, com os olhos da carne, ver através da matéria e penetrar no segredo, que o perturbava; daquele homem enigmático, com suas armas, não sabia matar. Ele representava princípio diferente, mais sublime e poderoso: o espírito. E o militar a si mesmo perguntava por que essa invencível resistência que, embora ele não conseguisse compreender, lhe chegava do imponderável, e qual o mecanismo dessa energia desconcertante e capaz de inibi-lo desse modo. Nosso personagem fechou de novo os olhos, esperando o estampido do tiro: a morte. Silêncio. Quando os reabriu, o oficial desaparecera.
O homem esperou, mas ninguém se preocupou mais com ele. A morte passara bem perto de si e não o quisera. Deus passara bem junto dele. Atirou-se sobre o enxergão e adormeceu como o fazia toda noite, tranquilo e agradecendo, humildemente, ao Pai que está nos céus e desejara continuasse a trabalheira toda de sua vida.
O terceiro exemplo, gritante, foi aqui no Brasil, quando Pietro Ubaldi ganhou um apartamento para morar doado por Benedito Zancaner, de Catanduva (SP).
|
Eis como o Professor se refere a este fenômeno em Profecias:
Outro prodígio. Em fevereiro de 1955, na segunda-feira 14, o oficial de justiça bateu à minha porta com a notificação judicial para desocupar o apartamento. O ataque desfechava seus golpes decisivos, que deveriam derrubar-me, atirando-me à rua, sem meios para viver. Nessas horas, a minha vida e a de minha família estavam suspensas por um fio: minha fé em Cristo. Éramos defendidos tão-somente pelas potências espirituais. E elas venceram. Nesse mesmo dia, de muito longe, sem que nada houvesse pedido, chegou a ajuda para comprar um novo apartamento, isto é, o dinheiro exato para isso, nem mais nem menos. Qualquer um poderia pensar que eu houvesse projetado tudo isso. A verdade, porém, é que eu não planejei nada e tudo, foi um miraculoso auxílio de Deus. Como, porém, poderiam admitir esse amparo aqueles que não acreditavam em Deus?
Existem outras experiências além daquelas de Pietro Ubaldi?
Sim, em Campos, temos duas Entidades aplicando a Obra: Fraternidade Francisco de Assis e Instituto Pietro Ubaldi. Podemos afirmar que o sucesso é total. São fenômenos que nos entusiasmam a vivê-la sempre mais e melhor, a divulgá-la em nosso país e no exterior.
A Fraternidade Francisco de Assis oferece cursos às mães carentes, com dois programas, um de religiosidade (imparcial universal) e outro de cidadania, para que as mães conheçam: vivência em família e na sua comunidade social; planejamento familiar ; alimentação mais saudável e barata; higiene corporal e bucal; alguns processos de geração de renda, úteis à sua sobrevivência etc. São 20 colaboradores dando algo de si nesse projeto, sem qualquer tipo de remuneração, semanalmente. Distribuímos nesse projeto, por mês, 350 bolsas-alimento, além de roupas, calçados e cobertores. Nunca faltou coisa alguma.
O Instituto Pietro Ubaldi tem por objetivo divulgar a Obra de seu patrono através dos meios de comunicação. Tem um número incontável de colaboradores em todo o Brasil que divulgam a Obra, pelo prazer de vê-la divulgada. Hoje, estamos oferecendo, gratuitamente, a coleção Pietro Ubaldi às bibliotecas públicas. Ninguém pode deixar de ler a Obra por falta de recursos financeiros, é o lema do Instituto.
A Obra de Pietro Ubaldi desvenda o mistério do universo e o destino do homem, no plano físico e extra-físico. |
|