Palácio Quitandinha

 No local, onde no início do século, os viajantes paravam para comer e repousar - daí o nome "Quitandinha" -, hoje ergue-se um dos mais impressionantes monumentos da arquitetura de Petrópolis. Uma visita ao Palácio Quitandinha é simplesmente deslumbrante! A todo instante, em cada canto, em cada salão que se descortine, o visitante encontra uma surpresa e um motivo para a estupefação, seja pela perfeição dos detalhes, seja pelo fausto e grandiosidade do conjunto. O projeto tem estilo normando, em respeito a uma das características mais marcantes das edificações de Petrópolis. 

Em 50.000 m2 de área construída e seis andares, com pés-direitos de quase 10 m de altura, o prédio abriga 440 apartamentos, além de 13 salões e das dependências destinadas à infra-estrutura. Neste vasto interior, a decoração ainda segue as linhas determinadas por Dorothy Drape, a decoradora que marcou época em Hollywood e trouxe um novo estilo para o Brasil, até então acostumado à sobriedade européia. Repuxos d´água, viveiros de pássaros, espelhos bizotados, lustres de cristal e bronze e o magnífico piso em mármore carrara criam uma atmosfera de luxo inigualável. Não se pode perder a vista ao Salão Mauá, onde a gigantesca abóboda sem sustentação, considerada um prodígio de engenharia, com 30 m de altura e 50 m de diâmetro, é o destaque. A cúpula, que, no "ponto do eco", pode fazer com que a voz seja repetida até 14 vezes.

Tudo isso, encontra-se diante de um lago natural de 18.000 m2 de espelho d´água, ao qual foi dado a forma do mapa do Brasil, com um farol representando a Ilha de Marajó.

Construido para ser o maior cassino hotel da América do Sul. Atualmente é local de convensões, eventos.

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