INÉRCIA
Não se sinta voltando para casa
Não se sinta chegando ao fim
Não se dê ao luxo de olhar para mim
Procurando respostas que só cabem a você responder
Se não avisei, amigo me perdoe
Mas se disse, perdôo sua falha.
Se só da razão falar, de emoção então irei lhe chamar
E se ainda não melhorar, outra canção haverá de tocar
Mas a tua ignorância completa mais um ano
E a sua mente, serena, terreno tão sagrado
Ainda se faz parecer com livros inéditos de bibliotecas secretas
Esperando que se consertem linhas tortas do passado
Mas eu, adiante estou
Nas ruas , nos templos
Num beco ou não
Procurando sentido
Pra entender a lição
De morrer de joelhos, de dicionário nas mãos.
Bruno
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