PEQUINÊS

Foi há pouco, na década de 60, que o Pequinês invadiu os lares brasileiros e tornou-se o mais popular entre os cães de pequeno porte. Rapidamente encantou as pessoas com a graça de seu andar balançante, o aspecto exótico conferido pelo olhos grandes mais proeminentes do que o focinho achatado, seu temperamento ao mesmo tempo meigo e ousado, como alguns dizem "capaz de avançar rosnando para quem o ameace, mas incapaz de morder", e um passado repleto de mistérios e lendas. Um modismo que veio a partir de alguns exemplares importados dos EUA e Inglaterra.

Mas quando foi a última vez que você viu um Pequinês? Pois é, em poucos anos ele fugiu do controle dos criadores e desapareceu. Houve uma mestiçagem desenfreada que o descaracterizou, deixando-o com o temperamento desequilibrado, muito nervoso e agressivo, além de ter ficado feio, com os olhos esbugalhados e o focinho alongado. É incrível, mas no fim da década de 70 já não se viam mais Pequineses. Hoje, contam-se nos dedos os criadores. O verdadeiro Pequinês ficou com a imagem incorreta.

FICHA


Pelagem: longa, lisa, com juba profusa e bom subpêlo. Deve ser escovada 3 vezes por semana, para se manter sem nós.
Cores: todas, exceto o albino e fígado. A pigmentação preta é essencial no nariz, lábios e contorno dos olhos.
Peso: machos - 5 kg e fêmeas - 5,5 kg.
Reprodução: a inseminação artificial é usada se o macho não conseguir acasalar. Como a cabeça dos filhotes é grande, nos EUA é comum a prática preventiva de cesária.

Informações com Nicia pelo tel: (31) 3444-8617 ou 9148-1759 ou por e-mail

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