É muito interessante o tratamento dado pelo filme na ligação dos artefatos alienígenas com a mitologia egípcia antiga. A máquina de manutenção biológica é um sarcófago, os soldados usam máscaras semelhantes aos deuses egípcios, as pirâmides nada mais são do que acumuladores energéticos, etc.
O tratamento gráfico dos cenários, baseados na cultura egípcia, também é de muito bom gosto, assim como os efeitos especiais.
Outro ponto interessante, é a forma como é tratada a viagem espacial. Não existem naves espaciais. O viajante segue pelo espaço tridimensional através de portões, necessitando sempre de dois para fazer a jornada. Estes portões transformam tudo o que os atravessa em energia, transmitem a energia e novamente catalisando-os do outro lado.
O filme peca mais pela inexperiência do diretor que não soube aproveitar uma boa história. Mas sem a pretensão de "grandes filosofias" ou de enredos rebuscados, o filme diverte e agrada.
Foi lançado recentemente (1998) um filme piloto de uma série de TV, chamado Stargate SG-1, que utiliza o mesmo nome mas muito pouco da idéia original. |

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