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"Parque dos Dinossauros" de Steven Spielberg é mais uma daquelas histórias fantásticas criadas por ele que só poderia ser possível graças a uma milionária e eficiente parafernália tecnológica.
Computadores de última geração e uma paciência ancestral transformam em realidade quase palpável os aterradores animais pré-históricos criados pelo excelente romance de ficção científica homônimo de Michael Critchon (bem superior ao filme, lógico).
No filme, o enredo pode parecer fantasioso e franquinho, mas o esforço de técnicos e atores vale o ingresso.
Um bilionário muito do excêntrico constrói numa ilha isolada da Costa Rica um Parque Temático Jurássico, com dinossauros de várias espécies e níveis de periculosidade recriados com o auxílio da Engenharia Genética, DNA de fósseis e a fértil imaginação do escritor.
Mais uma vez vale recomendar o filme, que tem belíssimas imagens e ação e aventura para agradar todas as idades. Infelizmente Spielberg teve a pássima idéia de encomendar uma continuação e realizou anos mais tarde o péssimo "Lost Word", a continuação infeliz de "Jurassic Park".
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