
JORNADA NAS ESTRELAS (Star Trek)
Com: Willian Shatner, Leonard Nimoy, DeForest Kelley, James Doohan, George Takey, Walter Koening, Nichelle Nichols, Majel Barrett
1979, 130 Minutos, Direção: Robert Wise
Cotação: ![]()
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O quarto filme, embora mantenha a continuidade
dos outros filmes, tem uma estória bastante original e independente.
Vem repleto de mensagens, começando por uma homenagem aos astronautas da Challenger, uma mensagem ecológica e questiona nossos atuais pontos de vista. Não somos os únicos seres inteligentes do planeta e nosso modo de vida, na verdade, é bastante caótico. Kirk até comenta “Como conseguimos sobreviver a esta era?”. Neste filme/capítulo também conhecemos a nova Enterprise a NCC 1701-A classe Constitution (como a predecessora). |
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| O quinto filme, para não ser chamado
de “mais uma continuação” tenta fugir um pouco da linha de
acontecimentos dos outros filmes/capítulos. Porém a estória
não convence.
A busca do Sha Ka Ree por Sybok (meio irmão de Spock) não chega a entusiasmar e nem as batalhas tem as emoções que estamos acostumados. Alguns furos no roteiro deixam até a sensação de inexperiência, por parte de Willian Shatner (isto mesmo, o capitão Kirk) que é o diretor e roteirista. ![]() |
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O sexto e último filme desta série
(com a tripulação original) vem encerar com chave de
ouro.
Nós vemos o início das negociações de um definitivo tratado de paz entre a Federação e seus inimigos declarados: o Império Klingon (aqui é apenas o início). Este fato ocorre após a explosão da principal usina fornecedora de energia ao império. Este filme deixa bem claro que o Imperio Klingon foi inventado, baseado na visão Americana da União Soviética. Chernobil, a Glasnost e a queda do muro de Berlim serviram de idéia para este episódio. Não é a toa que Kirk foi mandado a um gulag (Rula Penthe), e por falar nisto, um parente (talvez o pai) de Worf (a nova geração) é o advogado de defesa de Kirk e McCoy. Para encerrar temos a grata satisfação de saber que o capitão da USS Excelcior é o Cap. Sulu. |
| A partir daqui iniciamos uma nova fase de
Jornada nas Estrelas. Em Generations é feita, definitivamente, a
transição da antiga tripulação para a nova,
dentro da tela do cinema. Este novo ambiente traz a oportunidade de explorar
novas tendências e novas filosofias. Enquanto a tripulação
original tinha como missão explorar novos mundos e estranhas civilizações,
a nova geração tem outras prerrogativas. No intervalo de
tempo entre as duas gerações, a federação acabou
por vasculhar todos os quadrantes próximos, reduzindo a necessidade
de novas expedições exploratórias (veja obs. no fim).
A manutenção da federação, o acompanhamento de civilizações em formação, o patrulhamento das fronteiras e atividades diplomáticas passaram a ser as tarefas da novas tripulação da USS Enterprise (NCC 1701-D, classe Galaxy). Os filmes/capítulos desta linha não seguem o mesmo padrão da série original. As estórias são independentes e a única ligação entre elas é feita pela série de TV que ainda é apresentada. O primeiro filme, Generations, é um filme de transição, mostra a antiga tripulação conhecendo uma nova Enterprise a NCC 1701-B. Ocasião histórica na qual o Capitão Kirk “morre”. Os eventos Derivados acabam por se ligar à tripulação da nova Enterprise que descobre o que realmente aconteceu na história. Um dos poucos eventos importantes do filme é a destruição da Enterprise (de novo!!) e a aparição de Oopy Golberg, uma alienígena praticamente imortal, que a partir de então fará parte da tripulação (uma barwoman/Conselheira) também na série de TV. |
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Colaboração: Fernando Muad'Dib