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Aqui podemos ver que a idéia de Realidade Virtual não é tão recente quanto achamos e que ela não precisa ser vinculada ao uso de computadores. A simples coleta ou inserção de informações diretamente no cérebro é uma ferramenta mais do que suficiente para produzir RV, isto quando não considerada imprescindível.
"Brainstorm" conta a estória de uma equipe de pesquisadores que descobrem uma forma de coletar informações diretamente do cérebro, armazena-las e posteriormente reproduzi-las. Estas informações podem ser sensações, visões, emoções, pensamentos, lembranças, sonhos ou pesadelos. Este invento revoluciona tudo que se conhece a respeito de comunicações, educação e entretenimento, o que acaba por chamar a atenção dos militares.
O ápice do filme é quando a chefe da equipe grava suas próprias sensações quando tem um ataque cardíaco e morre. Esta atitude abnegada proporciona ao projeto dados sobre o tema mais desconhecido pelo Homem, a morte. A partir daí o filme despenca para uma aventura de descobrir o que está contido na fita. Este filme abre discussão sobre a RV e serve de idéia para outros filmes, tais como "Estranhos Prazeres" ou "O Passageiro do Futuro".
O interessante do filme são alguns trechos como os computadores rudimentares controlando equipamento tão sofisticado, a invenção definitiva do sexo seguro e um fantástico trecho onde uma gravação de sensações editadas conduz o "Mentespectador" por montanhas russas, tobogãs, corridas automobilisticas, vôos de asa delta, etc., demonstrando que será o supra-sumo do entretenimento do futuro.
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