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O verão americano de 98 foi infestado de várias super-produções milionárias e acéfalas como "Godzilla" e "Maquina Mortífera 4" (todas divertidas), mas nenhuma foi tão absurdamente imbecil e apelativa como "Armageddon".
O diretor Michael Bay nos apresenta uma "pérola" de excessos de clichês, falta de originalidade, cenas de ação sonolentas e um elenco canastrão (perdoe-me Bruce, mas você estava horrível na pele do chato Harry Stamper). Essa indigesta mistura acabou se refletindo nas bilheterias americanas, transformando-se na maior decepção monetária de Hollywood em 98.
O enredo é básico: meteoro está em rota de colisão com a Terra e somente Bruce e sua equipe de perfuradores estão capacitados em colocar bombas atômicas para destruí-lo antes que ele destrua toda a vida na Terra.
O filme é tão mal conduzido que o público fica mais preocupado em saber se Liv Tyler (a linda canastrona no filme) vai ficar com o namoradinho chorão Ben Affleck (outro personagem pé-no-saco) e nem se lembra que o mundo está prestes a ser destruído. "Impacto Profundo" dá de 10 em "Armageddon" no quesito "final iminente da humanidade".
O filme tem ótimos efeitos especias (mas quase nenhum rigor científico), algumas boa piadas e a grata participação de Steve Bucemi. O único motivo pelo qual não me fez levantar antes do final do filme. |