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Vegetarianismo. Todos sabemos que o homem possui livre arbítrio, ou seja, é livre para escolher o que lhe vem a mente. Mas, as matérias que aqui apresentarei, servirão para você fazer sua melhor escolha. O que é o Vegetarianismo? Vegetarianismo é o regime alimentar segundo o qual nada que importe em
sacrifício de vidas animais deva servir à alimentação. Desta forma os
vegetarianos não comem carne, mas podem incluir em seu regime leite, lacticínios
e ovos. Por que ser Vegetariano? São três as principais razões em favor do vegetarianismo. Primeiro, o fato
de que a carne não é um bom alimento para o ser humano. A alimentação carnívora
implica em sérios riscos à saúde do homem. Segundo, o consumo de carne
significa um enorme desperdício, sendo antieconômico. Terceiro, os terríveis
sofrimentos impostos aos animais que são parte deste regime alimentar. A
seguir explicaremos claramente cada um destes aspectos. Quais os conhecimentos científicos que mostram não ser a carne um bom alimento? São os seguintes os inconvenientes da carne para a alimentação do homem: 1) Alimento anti-natural: O homem não fabrica amoníaco para neutralizar os ácidos resultantes do metabolismo cárneo, como o fazem os carnívoros. 2) Alimento tóxico: A carne é um veneno lento mas seguro. Ela possui toxinas resultantes da decomposição cadavérica e outras resultantes do metabolismo do animal, que ficam retidas e produzem mais toxinas pela desassimilação nos intestinos. A seguir relacionamos alguns dos seus problemas: a) Toxinas (venenos) pré-formadas, resultantes do metabolismo animal e que
ficaram paralisadas com a morte do animal (dejetos vitais, matérias extrativas,
purinas: adenina, creatinina e xantina, que se transformam em ácido úrico). 3) Alimento acidificante: Produz ácidos fosfórico, sulfúrico e úrico, causadores de acidificação humoral e de irritações esclerosantes. As proteínas em excesso são acidificantes e mucogênicas. 4) Alimento desmineralizante: Os ácidos produzidos pela carne produzem desmineralização ao serem neutralizados no organismo. 5) Alimento excitante: A carne é um excitante muito forte, equiparável ao álcool, devido as substâncias tóxicas e extrativas dela provenientes. A sensação de vigor é esgotante, o que faz reclamar mais excitantes (álcool, açúcar, mais carne etc.). Há aparência de vigor, devido à excitação, e cria um apetite enganador, porque faz repelir os alimentos suaves. Daí a depressão inicial naqueles que abandonam o uso da carne. Devido ao seu poder excitante, que faz gastar as reservas vitais, e ao seu poder tóxico, a carne é um dos fatores da abreviação da vida. 6) Alimento que contribui para o aparecimento de diversas doenças e degenerações humanas: Apendicite, arteriosclerose, artritismo, eczema, enterite, gastrite, nefrite, reumatismos, úlcera gástrica e vegetações adenóides. Transmissor de doenças contagiosas e parasitarias: brucelose, salmoneloses, teníase (solitária), triquinose e tuberculose. No decurso de moléstias do fígado, dos rins, dos intestinos, da pele, de perturbações nervosas, não há melhor regime do que o vegetariano. Com efeito, devido à incompleta combustão das proteínas, à produção de ácido úrico, às fermentações intestinais que produzem toxinas prejudiciais e ácidos (acético, butírico, capróico, oxálico etc.) e, tudo isto gerando acidificação, ácido úrico, toxinas microbianas e metabólicas, alcalóides etc., o que só podem agravar o mau estado de saúde. 7) Principal fonte de putrefações intestinais: A carne, mesmo cozida, traz
toxinas microbianas em grande quantidade. Além disso, pela sua própria composição,
a carne favorece a pululação microbiana nos intestinos e aumenta a flora
putrefativa, em lugar da flora ácida normal. A média de germens de 65.000 por
mm3 de fezes, no carnívoro, baixa para 2.000 por mm3 no vegetariano. Esses
germens produzem putrefação, extinguem os germens saprófitas benfeitores, daí
a freqüência de apendicite, colite, enterite, entre os carnívoros. (Adaptado
de "Doente: Ajuda teu Médico", Dr. Alberto Lyra.) Qual é, exatamente, o aspecto antieconômico do consumo de carne na alimentação? "Sob o ponto de vista sócio-econômico, os cereais constituem a escolha lógica como alimento principal. Uma vaca necessita de 10 a 15 acres de pasto e produz 120 a 180 kg de carne. O consumidor médio de carne come 115 kg por ano. Portanto, um acre de terra destinado à produção de carne alimenta quando muito um décimo de pessoa por ano. "Os cereais são bem mais generosos na sua produção. Por exemplo, 2.500 a 3.500 kg de arroz deve crescer em um acre de terra por ano. Por isso, um acre de terra destinado ao cultivo de arroz pode alimentar de 30 a 40 pessoas por ano. Isto representa de 100 a 150 vezes o número de pessoas que viveria melhor se comessem cereais como o alimento principal. "De um ponto de vista altruístico e humanitário, os cereais são
obviamente a melhor escolha. A quantidade de terra para o pasto necessária para
alimentar uma vaca daria, se transformada em plantio de cereais, para alimentar
300 pessoas por ano." (Extraído de: "Liberte-se Através da
Alimentação - Introdução à Cozinha Natural", de Iona Teeguarden)". Afirmou-se que a alimentação cárnea implica em crueldade e sofrimento. O que quer dizer isto precisamente? 1) "O homem incorre numa irresponsabilidade com relação ao sofrimento derivado do uso de alimentos em cuja composição entra a carne, e que é inevitável pelo próprio fato de se sustentarem assim da carne dos animais dotados de sensibilidade. Não são apenas os terrores do matadouro mas, ainda, os horrores preliminares do transporte em comboios e em navios, a privação de alimento, a sede, as longas experiências de terror que estes desgraçados seres tem de sofrer, para a satisfação do apetite do homem. "Se disso quereis fazer uma idéia, assisti ao desembarque de um navio ou caminhão e vereis o medo, o. sofrimento, revelar-se na expressão destas pobres criaturas. 2) "Aqui, deparamo-nos com uma estreita relação entre a sinceridade e honestidade de propósito e a saúde. Meu ponto de vista é que é impossível ter tais qualidades e estar associados com os horrores e barbaridades dos matadouros e dos caminhos que conduzem a eles. "Resulta difícil compreender que alguém possa associar uma conduta altamente espiritual mantendo seu corpo com os alimentos mais grosseiros, cada átomo dos quais são puro instinto, não só com as naturais vibrações do reino animal, senão também com outras não naturais, devido ao sofrimento físico e emocional, inseparável do alimento cárneo. 3) "É necessário que percebamos que os corpos dos animais e os seus
sistemas nervosos são bastante bem organizados e, portanto, a sua capacidade de
sentir prazer ou dor está bem desenvolvida. Por esta razão, qualquer ferimento
causado no corpo físico é sentido perfeita e agudamente pelo animal, embora
ele possa não ser capaz de expressar bem as suas sensações. Aqueles que
infligem dor aos animais ou são causas para que dor lhes seja infligida, seja
por causa da alimentação ou no campo dos esportes, deveriam atentar muito bem
para este fato: o sofrimento infligido aos outros retorna, inevitavelmente, ao
seu causador, cedo ou tarde, não cessa de funcionar no caso daqueles que
são ignorantes, ou tentam encontrar desculpas plausíveis para as suas ações
maléficas. "Se as pessoas apenas soubessem que terríveis sofrimentos estão
gerando para elas mesmas por meio de sua rudeza e crueldade para com os animais,
elas ficariam menos inclinadas a evitar estes assuntos desagradáveis com um
mero balançar dos ombros, e a continuar em suas trajetórias maléficas de uma
maneira completamente irresponsável." Como ser um bom vegetariano? Em primeiro lugar, cumpre dizer que, embora a alimentação seja um
importante fator para se manter a saúde, ela não é o bastante por si só. Se
uma pessoa é vegetariana, mas não toma sol, passa a vida sentada ou em
ambientes confinados, se não mastiga direito, abusa de doces, de alimentos
fritos ou gordurosos ou se além disso, fuma ou usa bebidas alcoólicas (o que
é raro entre os vegetarianos), ou entrega-se a trabalhos excessivos e passa
noites mal dormidas, evidentemente, seu vegetarianismo não valerá de muito. Além
disso, o fator moral, o equilíbrio sexual e emocional, desempenham papel
importantíssimo na saúde física e mental do indivíduo. Ser um bom
vegetariano não é, simplesmente, suprimir o uso da carne. É absolutamente
necessário ter-se conhecimentos gerais acerca da Ciência da Nutrição, a
qual, embora esteja em amplo desenvolvimento, já nos fornece um conjunto de
conhecimentos fundamentais. O que é necessário saber, essencialmente, sobre ciência da nutrição para equilibrar e dosar adequadamente a alimentação? É importante sabermos que os nutrientes são divididos genericamente em: 1) Os que produzem energia, que são os carboidratos (açúcares e amidos) e as gorduras. Estes são oxidados no processo total da nutrição e, por exemplo, fornecem calor ao nosso corpo. 2) Os que servem para regular os processos do organismo, que são as vitaminas e os minerais. Estes são catalisadores ou estimuladores que desencadeiam e regulam, entre outras coisas, a própria assimilação dos outros nutrientes. De certo modo, o primeiro grupo pode ser comparado com o combustível de um motor, enquanto o segundo com a faisca que provoca a explosão do combustível. 3) Os que constróem e reparam os tecidos, que são as proteínas (e também os minerais). Na alimentação, seja vegetariana ou não, estes três grupos devem estar presentes e balanceados adequadamente, sob pena do organismo vir a apresentar problemas vários, de acordo com o tipo de desequilíbrio ocorrido. Em um texto que deve ser breve seria impossível entrar nos detalhes destas importantes questões. Um cuidado maior é dado à questão das proteínas em vista de sua importância para a alimentação vegetariana, contudo alguns tópicos gerais, que são essenciais, devem ser mencionados. Na alimentação de um homem comum, com um nível de renda mínimo para garantir sua manutenção física (condição que em nossa sociedade, vergonhosamente para todos nós, exclui milhões de nossos irmãos), o primeiro grupo, o dos hidratos de carbono e gorduras, não apresenta problemas quanto à quantidade ingerida (que costuma ser excessiva), mas não deixa de apresentar problemas freqüentes quanto à qualidade do alimento consumido. É fato de ampla divulgação científica que as gorduras animais contribuem para o aparecimento de diversas doenças e degenerações humanas, como a arteriosclerose. Como foi dito acima, a qualidade dos alimentos que são as fontes comuns dos hidratos de carbono também merece atenção, a principiar pelos açúcares. O açúcar branco comum é um produto químico - a sacarose - totalmente empobrecido. O ferro, o fósforo e o cálcio, minerais importantes que ainda são encontrados no caldo de cana, melado e rapadura, foram retirados durante seu processamento industrial, ficando apenas a sacarose, alimento desvitalizado e desmineralizado, hoje reconhecido como uma das principais causas da cárie dentária. Sabe-se que a glicose é importantíssima para o fígado, mas confunde-se o açúcar comum com a glicose que também é um açúcar. A fonte de glicose mais conveniente ao organismo são os frutos frescos e secos. Ao ter-se que adoçar algo, tanto o mel, quanto a rapadura ou o açúcar mascavo são muito mais indicados. O mel é de fácil digestão e contém grande proporção de glicose. Passemos para os amidos. Suas fontes comuns também são de pobre qualidade. O pão, as massas e pastas normalmente são feitos com farinha branca (refinada etc.), a qual é desmineralizada e subtraída quase totalmente da forte dose de vitamina B-l que encontra-se na farinha de trigo integral. Assim, a substituição por produtos elaborados com farinhas integrais é altamente desejável. De igual modo, o arroz, elemento básico em nossa mesa, ao ser feito branco, é destituído de todas as suas ricas vitaminas, sendo a utilização do arroz integral algo da maior importância para a saúde de nosso povo. As vitaminas e os minerais são os outros componentes básicos de nossa nutrição. Encontram-se em abundância sobretudo nas frutas e vegetais, especialmente quando crus, e também, como vimos, nos cereais integrais. A melhor maneira de manter-se bem nutrido quanto a estes componentes é uma alimentação variada, no que toca às frutas da estação e legumes. Um fato muito descuidado, digno de registro, é que as frutas sendo assimiláveis mais rapidamente pelo nosso organismo deveriam, por isso, ser ingeridas no início das refeições e não ao final como é o costume predominante. Um outro alerta muito útil, que diz espeito às vitaminas, aos minerais e também às proteínas, é que ao contrário das gorduras, dos açúcares e dos amidos (que são armazenados em nosso organismo em grande quantidade, e cujas reservas podem ir sendo utilizadas no decorrer de um longo tempo) estes primeiros não são "armazenados" e devem ser ingeridos diariamente. Como vimos, a alimentação carnívora, em comparação com uma alimentação vegetariana, mostra-se claramente desvantajosa sob todos os aspectos até aqui analisados. Do ponto de vista ético, viu-se que a carne em nossa mesa implica crueldades aos animais, bem como crueldade ao próprio gênero humano, uma vez que a sua produção é antieconômica e a quantidade de alimento produzido em uma mesma extensão de terra utilizada é muito menor do que quando dedicado à lavoura, e que, portanto, num mundo onde a fome ainda é uma realidade para grande parte da família humana, o comer carne torna-se um hábito suntuoso, luxuoso e totalmente inaceitável sob o ângulo ético-econômico. Desde o ponto de vista do aperfeiçoamento do corpo humano com vistas à Realização Espiritual, que é a única, real e indescritivamente maravilhosa finalidade de nossa existência, a carne também é totalmente rejeitada, seja porque não é um alimento de propriedades intrínsecas que favoreçam a harmonia, o equilíbrio, o ritmo e a perseverança que o Espírito requer e busca, ou seja, porque a compaixão, qualidade inerente ao florescer espiritual, também a exclui, seja por tudo isto ou, simplesmente, pelo motivo mais pessoal, porém também legítimo, de ter-se uma existência mais saudável e duradoura - por todos os ângulos olhados - a carne foi, invariavelmente, repudiada como indigna ou desaconselhada como opção desvantajosa. Ora, ao termos isto em conta, não é de surpreender que grande parte da defesa do preconceito do carnivorismo tenha se oncentrado na questão que é um dos últimos redutos de seus defensores: - a questão das proteínas. A Ciência da Nutrição nos trouxe o conhecimento de que as proteínas são princípios nutricionais essenciais à alimentação, os quais, servem de material para o crescimento e para a reparação das células que compõem os tecidos do organismo. Elas também podem colaborar no processo de geração de calor de forma análoga aos hidratos de carbono, ou ainda, participar na formação de enzimas e hormônios essenciais às funções vitais. Desde logo, percebe-se que elas são especialmente importantes na alimentação
das crianças, sendo fato bastante divulgado que uma criança subnutrida de
proteínas poderá apresentar deficiências irrecuperáveis, físicas e mentais.
Neste instante, nossa sociedade, ou melhor, nós mesmos ( posto que nós a
fazemos, e a sociedade é, obviamente, criada sob a responsabilidade A sociedade, com as instituições que a compõem, é tão somente o reflexo,
o resultado no plano macro-social de nossas relações, daquilo que pensamos,
falamos e fazemos. Como disse Agostinho Neto, em seu livro "Poemas de
Angola": Como os vegetarianos respondem à questão dos aminoácidos essenciais? De maneira clara, dizendo que isto não passa de uma superstição travestida de conhecimento científico. Provam que isto não passa de uma superstição pela própria ciência contemporânea, mas antes disto, pela evidência ainda mais contundente de sua própria experiência, de suas próprias vidas ou pelo fato (se isto não é obviedade, então o que seria?) de que povos inteiros, como a maioria da população da Índia ou os Hunzas, povo que vive nos Himalaias, cuja alimentação é secularmente vegetariana e predominantemente frugívora e lhes propor-ciona excelentes condições de saúde. O autor deste texto é vegetariano há muitos anos (mais de 25 anos), e atestou pessoalmente a existência de povos que há milênios são vegetarianos e, além disso, entre suas amizades pessoais encontram-se muitos que, gozando de saúde invejável, velhos e moços, jamais ingeriram um pedaço sequer de carne em suas vidas. Contudo para sermos bons vegetarianos, não é bastante saber-se que é possível e sob todos os aspectos desejável, sermos vegetarianos. Também é necessário examinarmos o que a Ciência da Nutrição nos diz acerca das proteínas. A carne não é o único alimento que contem proteínas de alto valor biológico (AVB), que encerram os aminoácidos essenciais fornecidos pela alimentação, e nem sequer o único alimento que contém o espectro completo de aminoácidos (todos os conhecidos) e muito menos é o alimento que contém o maior teor protéico. Além disto, as proteínas não são assimiladas pelo organismo na mesma proporção, as da carne apenas 77%, enquanto as do leite e do ovo são assimiláveis a 93%. Analisemos com maior detalhes estes aspectos. Os demais alimentos que contém proteínas de alto valor biológico são: os farelos de arroz e de trigo, as nozes e castanhas, os feijões e demais leguminosas como o soja, o trigo integral, os laticínios e os ovos. Sabe-se que as oleaginosas, o germe de trigo, a semente da abóbora e vários outros alimentos contém aminoácidos completos, mas muitos outros alimentos contém proteínas de primeira ordem, embora em composição menos completa de aminoácidos essenciais. Estes alimentos são importantes, pois combinados de forma variada suprem
nossas necessidades perfeitamente. Quanto
ao teor protéico, a carne de vaca possui 18,6% de proteínas. As nozes possuem
igual teor protéico, sendo que algumas
amêndoas chegam até 21%. As principais leguminosas como a soja 38%, o amendoim
26%, lentilha 26%, ervilha 23%,
feijão 24%. O ovo 12,8%, o leite 3,5%, o arroz
integral 8,24%, o milho verde 6,2%. Como vemos muitos destes alimentos possuem
maior teor protéico que a carne. O que é, em resumo, importante quanto às proteínas? Em resumo, para sermos bons vegetarianos, no que diz respeito às proteínas,
precisamos saber quais os alimentos de
alto teor protéico - as leguminosas, em especial a soja, mas também amendoim,
lentilha, ervilha e os feijões; as nozes e
castanhas; os cereais integrais, trigo, aveia e arroz em especial, e ainda
alguns outros como o espinafre. Também os
ovos e os laticínios. "Há duas modalidades de regime vegetariano: o vegetarismo puro, que
exclui todo e qualquer alimento de origem
animal, e o regime ovo-lacto-vegetariano, que aos alimentos vegetais junta o
leite e seus derivados e ainda o ovo. "Este O regime ovo-lacto-vegetariano tem a seu favor as maiores autoridades em
assuntos de nutrição. Ouçamos o que diz o
Dr. H.C.Sherman: Que outros pontos importantes poderiam ser também considerados? Seria possível colocar em alguns tópicos toda a questão da alimentação? - Coma calmamente, em ambiente tão tranqüilo e aprazível quanto possível.
Se estiver muito apressado, ansioso ou
nervoso é melhor não fazer a refeição, ou comer o mínimo. O Que disseram grandes homens? "Quanto mais o homem simplifica a sua alimentação e se afasta do regime carnívoro, mais sabia é a sua mente." George Bernard Shaw "Sou um fervoroso seguidor do regime vegetariano. Mais que nada por razões morais e estéticas. Creio que uma ordem de vida vegetariana, por seus efeitos físicos, influenciará sobre o temperamento dos homens de uma maneira tal, que melhorará em muito o destino da humanidade." Albert Einstein "Tempo virá em que os seres humanos se contentarão com uma alimentação vegetariana e julgarão a matança de um animal inocente como hoje se julga o assassínio de um homem." Leonardo Da Vinci "Se o homem aspira sinceramente a viver uma vida real, sua primeira decisão deve ser abster-se de comer carnes e não matar nenhum animal para comer." Leon Tolstoi "A carne é o alimento de certos animais. Todavia, nem todos, pois os cavalos, os bois e os elefantes se alimentam de ervas. Só os que tem índole bravia e feroz, os tigres e os leões etc. podem saciar-se em sangue. Que horror é engordar um corpo com outro corpo, viver da morte dos seres vivos." Pitágoras "Pudésseis viver do perfume da terra e, como uma planta, nutrir-vos de luz." Gibran Khalil Gibran "Se quisermos nos libertar do sofrimento, não devemos viver do sofrimento e do assassínio infligidos a outros animais." Paul Carton "Quando um homem mata um tigre chamam a isso esporte; quando um tigre mata um homem, chamam a isso ferocidade." George Bernard Shaw "O comer carne é a sobrevivência da maior brutalidade; a mudança para o vegetarianismo é a primeira mudança natural da iluminação." Leon Tolstoi "Que luta pela existência, ou que terrível loucura vos levou a sujar vossas mãos com sangue - vós, repito, que sois nutridos por todas as benesses e confortos da vida? Por que vós ultrajais a face da boa terra, como se ela não fosse capaz de vos nutrir e satisfazer?" Plutarco "Cada açougueiro, com suas vitimas sangrentas do matadouro é, para mim, ao mesmo tempo, um horror e um motivo de condenação. Eu estou convencido que com a cessação deste canibalismo a humanidade alcançaria uma cultura mais nobre, resolveria muitos dos problemas sociais com maior segurança e mais facilmente, e também com certeza se livraria da praga da guerra." J. V. Widman |