Pensamentos (e a falta deles), idéias (ou a falta delas) e outros devaneios diários (ou não) de Douglas Backes... enfim, crônicas do dia-a-dia.
8.11.01
Divórcio- Não, não e não. - Querida... deixa disso! Divórcio? - Falei e tá falado. - Mas... por quê? Realmente não entendo! - Cansei. - Cansou de mim? - Cansei de ouvir suas promessas... "vou mudar", "vou mudar"... e nada! - Mas... - Sempre a mesma história! Não adianta. Não aprendeu até hoje, não aprende mais. - Ei, ei, ei! Do que diabos você está falando? Não estou entendo! Eu te dou tudo! - Quase, meu bem, quase! Falta o fundamental: me dá uma mudança. Mude e conversamos. - Mudar o quê? Querida, eu te dou amor, carinho, atenção, felicidade... dinheiro, viagens... o que tem que mudar? - Não se faça de desentendido! Você sabe muito bem do que eu estou falando! - Querida... eu juro... não sei MESMO o que poderia lhe fazer pedir o divórcio! - Sabe, sim! Você sabe MUITO BEM que eu O-DEI-O que apertem o tubo da pasta de dentes no meio!
Douglas Backes 23:21
I'm sorry again!Não bloguei ontem porque meu micro, novamente, resolveu não deixar. Mas cá estou. De volta. Estressado como dantes.
Douglas Backes 23:14
7.11.01
DNDHá alguns dias eu postei algo sob o título "Yourself or someone like you" - o nome do primeiro álbum do MatchBox20. Vinha a calhar (ou não). Pois, agora, o que vem a calhar é DND - título de uma ótima música do Semisonic (ouvir também a faixa "Closing Time"). Pois, como fiz d'outra feita com o MatchBox, faço agora com o Semisonic: deixo de lado. Não quero falar da banda, tampouco de suas composições. Quero falar do DND: Do Not Disturb! Estou pra lá de atarefado com a faculdade (hoje já é quarta-feira... meu Deus!) e o estresse tá pegando. Tenho muita coisa pra fazer para "Teoria e Métodos de Pesquisa" e "Introdução à Estatística". Isso sem falar do portfolio para "Criação e Redação em Propaganda I". E isso é só o que eu lembro. Tenho até medo de checar os cadernos e acabar deparando alguma tarefa imprevista assim... pra ontem! Como sabem, viajei no último final de semana (aliás, feriadão de finados). Foi bom, talvez necessário, mas não calculei que tivesse tanta coisa pra fazer. Do contrário, teria ficado aqui por Bamboo Town mesmo. E meu inglês? Já há lições expirando o prazo de validade e eu nem... bah, bah e bah! Stress.
Douglas Backes 00:08
6.11.01
HermanosEstava lendo a Quadradinho (e-zine de cultura pop - música, cinema...) quando deparei com uma ótima (e eu disse *ótima*) crítica a respeito do último álbum dos (estranhos) Los Hermanos. Tenho o primeiro CD deles - uma dor de corno só, é verdade - mas, ao contrário da maioria das pessoas que conheço (em especial as aqui do sul), gosto, sim, do som dos caras. O primeiro CD (o da grudentíssima Anna Julia) é de uma sonoridade surpreendente: hardcore com letras falando de amor. Anna Julia (boa música, mas pra lá de desgastada, chegando ao patamar do "brega") é um "estranho no ninho": extremly pop. Nas demais canções, a ingresia comum das baterias do hardcore se (con)funde com os metais (não apenas na flauta transversa de Amarante, mas também em outros instrumentos da "família metálica"). Tudo isso com letras absolutamente incomuns (pelo menos no nosso cenário musical contemporâneo, onde a lei do "quanto mais idiota, melhor" vigora imponentemente). Los Hermanos é poesia, poesia como há muito não se via. Los Hermanos é autenticidade na veia: não se vende, rema contra a correnteza se preciso for. Los Hermanos é música para os ouvidos, sem aquele gosto de azinhavre dos enlatados. "Depressivo", alguém pode sentenciar. Talvez. O depressivo ou não depressivo está muito mais na cabeça (mal ou bem resolvida) de quem ouve do que nos acordes de quem toca. Mas, sem devaneios tão profundos, meu ok: Los Hermanos é um tanto quanto depressivo, ainda que mais apropriado seja "melancólico". Mas o som, o som! O som é bom, é diferente, ouvir Los Hermanos, em vez de "Paralamas" (boa banda, gosto deles) é, guardadas as proporções, o mesmo que ler "O Príncipe", de Maquiavel, em vez de "O Pequeno Príncipe", de Saint-Exupérry. É ser diferente, mas não pelo simples prazer de sê-lo. É ser diferente dos demais, tão iguais, estandardizados pela mídia. E o segundo álbum de Los Hermanos? Um tiro ainda mais distante do alvo "pop" e, tautocronicamente, bem no coração do alvo da sinceridade, da autenticidade. Um resgate do "bom samba" (letras que valem o quanto pesam - e pesam!). Mais do que isso, uma fusão de sons bastante interessante, rara, diferente. Um CD pra ter. Pra ouvir vez que outra (desaconselhável tentar animar festa com ele!). Um CD pra ser "lido" com a, digamos, "inércia" do bom leitor de Maquiavel. [ler a crítica]
Douglas Backes 00:10
4.11.01
Gooooooooooooool!Mensalidade do pacote Advanced da Sky: R$ 79,90. Pay-per-view do jogo do Inter: R$ 19,90. Ver o Colorado ganhar o jogo com um gol nos minutos finais... não tem preço!
Douglas Backes 18:38
Back to the blog!Fiquei away mais uns dias em função do feriadão. Fui pra Imbé e Tramandaí. Show do Nenhum de Nós no Tropical Rock Cafe. Nah, não tava muito bom não (Acústicos & Valvulados/Black Cat foi melhor), mas valeu. Muita gente conhecida por lá. Aliás, muita gente por lá. Really crowded! E ainda assisti ao ensaio da NoFat (ex-Denésios). Bacana, bem Blink-182.
Douglas Backes 18:34
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