Pensamentos (e a falta deles), idéias (ou a falta delas) e outros devaneios diários (ou não) de Douglas Backes... enfim, crônicas do dia-a-dia.


1.11.01
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By Agência Talent



31.10.01
Tempo

Faz quanto tempo que estou empurrando o blog com a barriga? Questão de prioridades. Não quero transformar meu blog num livro de memórias, pois entendo que o cotidiano é o anti-assunto. Mas, quando se está envolvido por demais com as coisas quotidianas, como desprender-se delas e blogar? Como ficar diante do micro criando crônicas enquanto tem-se mais o que fazer? Pesa. Pesa na consciência, que não vê nas crônicas uma solução para os problemas do dia-a-dia. Então a consciência bloqueia a criatividade. Bloqueia não. Direciona. Direciona o potencial criativo à resolução dos percalços diários. E o leitor? Este tem de seguir aquilo em que venho batendo há tempo nos meus posts: paciência. Estou muito envolvido com a faculdade (tenho muitos trabalhos pra fazer) e estou tentando fazer andar alguns projetos. Aí o blog fica em segundo plano. Daqui a pouco tudo volta ao normal. Acho.



Utopia

- Sabe aquelas coisinhas redondas que usam pra te prender?
- Algemas?!
- Não... aquelas coisinhas menores.
- Ah... não me diga que está falando das...
- Sim, pai.
- Shhhh! Se tua mãe escuta... fala baixo!
- Ok. As alianças. Sabe as alianças?
(...)

Hoje uma colega da faculdade sentenciou: "quando casares, quero ser madrinha". Não sei o que fiz pra ela para que me rogasse tal praga, entretanto hei de escapar... acho. É, acho. Porque é isso: o cara não quer casar, não mesmo, "pro altar vão ter de me arrastar" e tal. Mas, de repente, "plin": a mulher de seus sonhos surge como que do nada. E ela quer casar. Paciência: mais uma vez o que se precisa é paciência. Paciência pra tentar convencê-la de que não é uma boa idéia... paciência para dizer "mas, meu bem, o casamento é considerado a principal causa do divórcio" e outras pérolas que um dia você leu na internet. E paciência para baixar a cabeça e dizer "aceito". Sim, até que a morte nos separe. Aceito.
O fato é que casar é um ritual muito antigo... quiçá anacrônico. Casar é complicado porque explicita uma transição. E isso faz com que as coisas mudem. Não é o casamento uma continuidade natural do namoro. Não. É um contrato, registrado em cartório. Pergunto, sem querer provocar alvoroço entre os conservadores: pra quê? Será mesmo que toda aquela cerimônia, aquele estresse, aquelas formalidades são necessárias? Sou mais comprar uma casinha na praia e viver de amor. Sou mais a utopia, o irreal.



30.10.01
Cadê o blogueiro que tava aqui? - Parte II

Tá só de corpo presente, né? Porque a criatividade, ah... essa aí não sei onde se enfiou. Buh.



A urna

Uma urna hermética contém 20 bolas idênticas em peso e tamanho. Quatro delas são azuis, três são vermelhas, 3 são pretas, 9 são verdes e uma é amarela (fechou 20, não fechou??). Qual a probabilidade de, em duas retiradas sucessivas (sem reposição), saírem uma bola azul na primeira retirada e uma bola preta na segunda?
Como viver sem saber a resposta? Estatística é fundamental. Bah! Prova hoje. E essa aí é a parte fácil, claro. O chato é Poisson, o chato são as DFs, as DPs e os demais blá, blá, blás. I hate it, but... patience. All we need is just a little patience.



Aumentei 10% do meu conhecimento

"O nome completo do Pato Donald é Donald Fauntleroy Duck".



Cadê o blogueiro que tava aqui?

Eu tentei. "I did my best". Mas de nada adiantou. Meu computer bugou e eu não consegui blogar ontem. I'm sorry!



28.10.01
Correção

Quaaaase perfeito. Reunião do clube sem protocolo é o fim! He, he, he. Piada inglesa pra alguns (sorry!), mas quem sabe sabe.



Domingão

Levantar às 9h (tendo ido dormir às 2h!). Tomar banho e café da manhã. Arrumar uma mochila. Passar protetor solar. Vestir uma bermuda, camiseta e um par de Havaianas. Caminhar até a "concentração" do Interact. Pegar carona com o Ka até a Ecoland. Churrasco, futebol, banho d'água fria com garrafa 2 litros. Calor, muito calor. Refrigerante. Abelhas, cavalos, moscas. Árvores, guarda-sol, amigos(as). Enfim, um tomo do Éden. Como diz o Lash, "indiada é a melhor coisa"! Nada pejorativo... "indiada" no bom sentido. Foi muito, muito bom. Desopilante. Relaxante. E depois, piscina na casa da Lu. Faltou citar algumas coisas, é verdade. Mas o resumo cabe aqui: perfeito.



Ah! Não avisei antes, mas...

...o Blog de Notas é rebelde. Não aderiu ao horário de verão. Então já sabem: acrescentar uma hora ao horário expresso no rodapé de cada post.



Sim, o inconsciente fala!

O inconsciente fala de novo... mas, desta feita, não é o meu.
Ei! Eu gosto de você. Não, você não tem nenhum grande defeito... não que eu saiba; não que eu tenha percebido. Sinto-me bem ao teu lado: poderia ficar horas a fio com você, ignorando o que mais estivesse acontecendo mundo afora... esquecendo compromissos (ou faltando, conscientemente, a eles). Imperfeitos todos somos - e não há exceções. Mas sua imperfeição é perfeita.
Ah! Gosto da sua família também. Sinto-me à vontade com ela, assim como sinto-me à vontade com você. Não finjo. Sou o que sou e sem me preocupar. Porque sei que vocês gostam de mim assim mesmo. E eu gosto de vocês! Eu me preocupo, especialmente, com você. O que você pensa e diz me faz refletir, faz diferença pra mim. Mas não te amo. Não te quero. Se continuarmos juntos, vai ser pior depois. Você vai sofrer. E eu não quero lhe fazer sofrer. Por quê? Porque gosto de você! Gosto muito! E a gente combina, eu sei. Todo mundo diz isso. Aliás, quase todo mundo. Até porque toda unanimidade é burra. Mas não dá. Não me pergunte o porquê disso tudo. Só sei que não dá. É meu ponto de vista e sei que você vai respeitá-lo. Porque você é legal comigo. Aliás, muito legal. Você sempre me trata com um carinho incomum. Talvez eu te deva um "muito obrigado", mas acho que soaria mal junto a um "lamento". Sei lá. Confusão. Por que eu não amo você? Talvez porque minha derrota pessoal recente ainda esteja entalada na garganta. E vou lutar pra fazer com que paguem por isso. Enquanto isso, vou errando. Talvez eu me arrependa depois. Talvez.
Que droga! Eu sei que seria ótimo ter você sempre comigo. Sentir-me-ia melhor. Essa mesóclise... não sei não... pena que você não está aqui para me ajudar com isso. Para corrigir ou dar segurança. Sinto sua falta. Ok, agora vá.





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