Pensamentos (e a falta deles), idéias (ou a falta delas) e outros devaneios diários (ou não) de Douglas Backes... enfim, crônicas do dia-a-dia.


27.10.01
Hum...

Thinking better, I like short posts... :)



Nova chance, nova chance!

Amigo BrainBug, te dou mais uma chance de procurar o link pro teu blog aí nos bookmarks. Larga a marvada... o link tá lá, sim senhor.



Bah...

I hate short posts. :P



Oktober

Registro online oficial: Oktoberfest de Igrejinha rox!



Bla, bla, bla...

Não poderia deixar passar em branco a data... 27 de outubro, dia dos ficantes. Meus sinceros cumprimentos àquelas pessoas que se enquadram nessa categoria. E meus sinceros sentimentos aos que não nos enquadramos... :P



26.10.01
Piada inglesa

Em agosto, publiquei uma brincadeira com palavras aqui no blog. Só que foi a típica "piada inglesa", que só o autor entende. Inglês tem aquela mania de fazer piadas que demandam altos conhecimentos específicos pra que sejam compreendidas. E eu fiz uma dessas. Pô. Muito sem graça: ninguém sacou! Resolvi, pasmem, explicar a piada... hehehe, a piada era a que segue:

Entre termos sósias e duplos sentidos
Estava lá, num cartaz colado na porta do diretório municipal do pH (partido dos homens com H maiúsculo):
AVISO: Amanhã, sexta-feira, reunião de cópula para debater acerca de nossa edeologia.
Dizem que apenas alguns simpatizantes compareceram, mas nenhum membro ativo.

A moral: "reunião de cópula" está em substituição ao que seria normal: "reunião de cúpula". Cúpula seria a "nata" do partido, os dirigentes. Cópula, todos sabem, é sexo. Mas até aí tudo bem, está inteligível. O brabo foi usar "edeologia". Para a maioria das pessoas, passou como "um simples erro ortográfico, sinal de pouca instrução". Mas não! Não, não e não! "Edeologia" é o estudo dos órgãos genitais! (E está em substituição à "ideologia").
Compareceram apenas alguns "simpatizantes". Simpatizante, conotativamente falando, é simpatizante do movimento gay. Dentro da política, entretanto, equivale ao "partidário" não filiado. E "membro ativo", também citado na piada? Em política, equivale a militante. Conotativamente, é o oposto de "membro passivo". Putz. Que piadinha podre. Mas com o conhecimento adequado, até passa...



Clássicos


"O vento assovia desafiadoramente. O clássico arbusto seco passa rolando. Cidade fantasma. Meus passos ecoam na rua. Noite silenciosa. Meu reino por um sanduíche de pão amanhecido, queijo e presunto. Com manteiga, claro. Aquela bem salgada. E um café. Preto. Amargo. Mantém os olhos abertos. E o próximo trem? Sabe-se lá quando! E quantas moedas custará a viagem? Bolsos vazios. Talvez um emprego num "saloon". Dos autênticos. Com aquelas portas duplas que mais parecem janelas. Entra-se empurrando-as com ira. Cospe-se no chão. Duplo com gelo! E rápido! Ah, o velho-oeste. Os velhos-valores. Ninguém mais sabe o que é isso. Quando eu era jovem... ah, esqueçam! Lá se vão tantos anos..." Vontade de achar um bom bang-bang. Não, não gosto de bang-bang. Mas esse é o meu bang-bang. Chega! Vai dormir, guri.



25.10.01
Youself or someone like you

Acho que foi a insistência do foco no "you" que me fez dar este título ao post. "Youself or someone like you" é o nome do primeiro disco da banda MatchBox20... disco muito bom, por sinal.
Mas não é do MatchBox que eu quero falar. Quero falar é do enfoque no "you", no "youself"... acho que é comigo mesmo a parada. Parece que o disco me diz "é, cara, é você... é você o problema". E eu acabo concordando: "pô, devo ser eu...". Mas, no fundo, acho que não. Acho que são as coisas, as pessoas, tudo o que me rodeia. Eu sou o ser imperfeito que tenta acertar... nada mais. Sou o ser imperfeito e de humor instável. Sou o ser imperfeito apaixonado. Sou o ser imperfeito que luta por seus ideais. Enfim, sou só o ser imperfeito. A conjuntura é o problema. Confuso este post? Pois é assim que a minha cabeça está: confusa. Confundida pela confusão de outras cabeças, com as quais a pobrezinha interagiu. Confusão daquelas que te bloqueiam... daquelas que, de repente, parecem que não terão fim. Mas aí vem a sexta-feira. Vem a OktoberFest. E a gente esquece toda a confusão mental. Atenção direcionada apenas à festa. Vale a filosofia Coca-Cola ("curta!") e é o que basta. Dá pra esquecer, por algumas horas, a prova de Estatística da semana que vem, o coração apertado e a alma picada em 18 pedaços. Esquecer. É a palavra de ordem. E, meus amigos, ordens são ordens. Hic! (He, he, he... just kidding, mom and dad!)



Picture

Isso pode acontecer se você não alimentar seu mouse!




Blog de fases

Da fase politicamente correta para a fase poética. Alguém disse estar com saudades das crônicas. Elas voltarão... e não demora nada. Saber esperar é uma arte...



Infindável

Quero nada (o tudo e o nada)
Só quero mesmo um olhar fatal
Um perfume tal
Que faça morrer de amores
A mais impassível das flores

Que faça padecer
Sob meus pés ou em meus braços
Em cores vivas ou simples traços
A morena (ah, a morena!)

Olho, um passo
Vou, volto, outro passo
Quero um olhar iluminado

Fito, abraço
E o que acho?
Átrios e ventrículos petrificados

Indo, vindo, tudo é dor
Pranto? Choro, não desisto
Infindável, infindável
Infindável é meu amor



24.10.01
Trilha sonora

Neste momento, "By Myself", do Linkin Park. Na stação10, netradio do meu amigo Ka. Uma programação que dá de relho em muita rádio por aí. Blink182, MatchBox20, Foo Fighters...



"Nada não..."

Você consegue!
Você pode!
Você é um vencedor!
Só depende de você!
Acredite!
Vai dar certo!

Nada, não... só algumas mensagens de otimismo. Cousa pra aumentar a autoconfiança (com ou sem hífen?). Já me sinto melhor. :-)



23.10.01
Blog de Notas News

Bookmarks atualizados. Todos os links funcionando.



Hum...

Blog de Notas numa fase "politicamente correta", não?! ;-)



22.10.01
By Tomate Gritante

"O que vc sabe sobre o que é ser cruel? Já sentiu na pele? Já praticou em alguém? Assistiu e sentiu, ou pensa que sentiu?
O que vc sabe sobre preconceito? Já sentiu na pele? Já praticou em alguém? Assistiu e sentiu, ou pensa que sentiu?
O que vc sabe sobre agonia? Já sentiu na pele? Já fez alguém sentir? Assistiu e sentiu, ou pensa que sentiu?
Quantas vezes vc já pensou sobre isso hoje? Quantas vezes vc já pensou sobre isso em toda a sua vida? Vc tem consciência? Vc vive numa cidade em que todos são suspeitos até que se prove o contrário? Vc veste uma máscara que te protege da realidade? E quando chega em casa, tira a máscara e acha que se reconhece no espelho? Vc acredita que tem uma vida? Vc é tão esperto e inteligente quanto imagina ser? Ah, se os outros dizem, então deve ser... ? Mas não foi vc que fez eles acreditarem que vc é esperto? Vc já pensou nas conseqüências dos seus atos infames? Eu sinto lhe informar, é tudo verdade."

Provoca reflexão? Provoca mal-estar? Provoca um sentimento de culpa? Ou provoca indiferença? O certo é que foi um texto provocante. Parabéns à blogmaster do Tomate Gritante (see bookmarks).



21.10.01
Vida on-line

0 mensagen(s)
O seu carisma é diretamente proporcional ao número de e-mails em sua caixa de entrada.



Presunto

Todos comem um sanduíche com presunto. Ali vai-se uma fatia de presunto dentro do pão de um, lá vai-se outra. E eis que só sobra uma. Você, por comedimento, por educação ou sabe-se lá porque, parte a fatia restante ao meio e pega só metade. Monta seu sanduichinho pobre, "desfalcado" (na melhor das hipóteses compensa a perda com mais queijo - ou com mais alface, tomate... não sei o que há no seu sanduíche). E aquela outra metade da última fatia de presunto fica lá. Ela está condenada. Condenada a um triste fim, é duro (mas é preciso) dizer.
Aquela fatia de presunto mutilada será discriminada, abandonada. Ninguém olhará para ela, muito menos pensará em ingeri-la. E por quê? Por que ela é diferente? Por que lhe falta metade do corpo? Mas e a metade que ela tem?
Lembro de uma campanha em prol dos deficientes físicos, cujo conceito criativo era "deficiente físico: contrate pelo que ele tem". As peças eram geniais. Mas e o que o presunto tem a ver com isso? Tudo! Aquela meia fatia sofre com a discriminação e fica lá, condenada à solidão. Vai pro lixo, invariavelmente. Onde está a Associação Brasileira de Defesa dos Direitos do Presunto? Ou melhor, por que não há a Declaração Universal dos Direitos do Presunto? Simples: porque de nada adiantam declarações e/ou entidades protetoras. O ser humano é insensível. Triste constatação, mas nenhuma novidade nisso. Começa com o presunto. Termina onde? Não conheço o limite do preconceito. Talvez ele só acabe quando o ser humano virar presunto. Mas aí, meus amigos, já será tarde demais. Comece a mudar agora. E comece por sua mesa, por sua geladeira, por seu jeito de ver as coisas.





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