| |
ARMAS
 |
Mais
Armas Significam Menos Crimes.
Por:
Professor Jonh R. Lott Jr.
Escola
de Direito da Universidade de Chicago
|
Vítimas de crimes contra a pessoa são, geralmente,
fisicamente mais fracos que os criminosos que as atacam. O aumento na capacidade
de defesa de uma mulher proporcionado por uma arma de fogo é muito maior que o
aumento proporcionado para um homem. As armas de fogo são o grande
"equalizador" entre agressor e agredido.
Na convenção do partido Democrata, o Pres. Clinton anunciou sua intenção de
expandir a Lei Brandy de forma a proibir homens condenados por violência doméstica
de adquirir armas. Isto, supostamente, seria uma forma de reduzir os crimes
contra mulheres. Nosso estudo é o primeiro a oferecer evidência empírica que
o efeito produzido é justamente o oposto: a adoção da Lei Brandy está
associada a mais assaltos e estupros. As estimativas exageradas da Sra. Brandy
sobre o número de malfeitores que tiveram acesso negado a compra de armas,
constituem um fraco indicador sobre o impacto da lei na criminalidade.
Nós
também coletamos dados sobre a suspeita de que cidadões armados são mais
propensos a cometer crimes. A raridade desses incidentes é espelhada nas estatísticas
da Flórida: mais de 300 mil portes de arma foram expedidos entre 31 de outubro
de 1987 e 31 de dezembro de 1995, mas somente 5 crimes violentos foram cometidos
nesse período e nenhum desses resultou em fatalidade. Isto significa duzentos
avos de um porcento num período de 8 anos, ou seja: menos que um milésimo de
1% de taxa de mal uso por ano.
E
o que dizer de confrontos em acidentes de trânsito? Será que os possuidores de
porte de arma são mais propensos a usá-las nessas situações? Em 31 estados,
alguns dos quais possuem leis liberais do porte de arma há décadas, existe um
único incidente registrado (aconteceu esse ano no Texas) no qual um cidadão
possuidor do porte usou sua arma após um acidente de trânsito. Mesmo nesse
caso, o tribunal julgou sua ação como legítima defesa: ele estava sendo
violentamente agredido pelo outro motorista.
E
o que dizer de mortes acidentais? O número de mortes acidentais por armas
curtas nos EUA é menor que duzentos por ano. Nosso estudo conclui que se os
estados que ainda não adotaram as leis do porte livre as adotarem, este número
aumentará em cerca de mais nove(9) casos por ano. Este é o um número pequeno
se considerarmos as 1570 (no mínimo) mortes que serão evitadas.
Embora nenhum estudo, per si, será capaz de encerrar o debate sobre porte de
arma, o nosso é o primeiro a fornecer evidências de forma sistêmica e em nível
nacional. Em comparação, o maior estudo anteriormente feito examinou apenas
170 municípios durante um único ano. Os quase 50 mil registrado em nossa base
de dados permitem-nos levar em consideração uma série de fatores que nunca
foram considerados por outros estudos sobre o crime, muito menos por estudos
sobre porte de arma. Entre outras coisas, nossas metodologias levam em conta
taxas de condenações, sentenças de prisão, mudanças na legislação de
armas, período de espera, renda percapita, pobreza, desemprego, mudanças
demográficas e a imposição de penalidades adicionais pelo uso de uma arma de
fogo em um crime.
Proibir o cidadão honesto de portar uma arma não acaba com a violência,
apenas o torna mais vulnerável ao ataque. O mero tamanho e consistência
metodológica de nosso trabalho deveria, ao menos, fazer com que aqueles que se
opõe ao porte de arma parem para pensar. A oportunidade de reduzir a taxa de
homicídios, simplesmente relaxando as leis restritivas ao porte, é atraente
demais para ser ignorada.
Leia
a Versão original (em inglês) desse artigo
<<<
Voltar
Central
Nacional de Atendimento 24h. (61) 382 4508
Escreva para Caixa Postal 3283 Brasília DF CEP 71 001-970
ou EQ 31/33 Ed. Consei Sl 523 Guará II Brasília DF CEP 71 065-315
E-mail: sac@centralunica.com.br |
| PROMOÇÕES |
 Entrega
para todo Brasil | Esgotado. | Este
valor já está incluso a despesa de envio. |
|