"E, imutável, continua sempre empoleirado no pálido busto de Palas, por cima da porta do meu quarto. Os seus olhos, com um brilho demoníaco, parecem pensativos; a luz da minha lâmpada projeta a sua sombra sobre o solo, além do círculo desta sombra, a minha alma não poderá elevar-se... Nunca Mais!"
Trecho de "O Corvo" (em prosa)